terça-feira, 16 de outubro de 2018

Livros infantis para todas as idades


O dia da criança passou mas o mês da criança ainda não.

Por isso vim trazer pra vocês, os livros que minha filha de 8 anos mais gosta.
Quem me segue no Insta, sabe que o IG Two Reader Girls é meu e da pequena Clara. E a pequenina sempre gostou muito de folhear livros, revistas...

Ao que me lembro, os clássicos Disney foram as primeiras estorinhas que contamos para ela.




quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Livros de nossa infância

Olá, povo que lê!

Dia 12 de outubro chegando.... E essa semana resolvemos fazer um especial sobre literatura infantil, e para começar, preparamos esse post coletivo sobre livros infantis que marcaram o início de nossas leituras. Preparados para caírem no túnel do tempo? Então vamos lá!

Fabiana:

Olá pessoal!

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Pra quem me conhece, sabe o quanto eu tenho uma memória ruim, mas como eu não resisto a um bom desafio, vamos lá buscar no fundo das entranhas cerebrais as mais remotas memórias de minhas primeiras leituras literárias.
Pra começar, lembro minha mãe lendo Turma da Mônica e Tio Patinhas (quantos de nós não foram alfabetizados por esses dois gibis, não?). Inclusive, na minha sala do pré, havia uma Mônica gigante lá em cima do armário da minha professora, inalcançável, assim como a Mônica chaveiro que ficava pendurada no retrovisor do chevette branco de meu padrinho (acho que vou contar um segredinho pra vocês: minha amiga imaginária chamava-se Mônica, porque será, não?). Já que falei de minha pré-escola, lembro-me que toda sexta era dia de leitura, e mesmo sem saber ler, eu queria boicotar as leituras e dar uma espiadinha escondida nos livros para antecipar o que aconteceria no próximo momento do livro mágico, cheio de figuras de animais e personagens fabulosos, naquele volume grosso que ficava sobre a mesa da Tia Marilu. É, Tia Marilu e minha mãe são as "culpadas" por eu ser a louca por narrativas/poesias que sou hoje. Mas vamos aos livros, afinal. Um dos primeiros livros "grossos" que li inteiro e que me orgulhei muito, foi "Os três porquinhos pobres", do Érico Veríssimo. Fiquei impressionada não apenas por ter dado conta da leitura, mas também por ter entendido que dentro da ficção, pode-se fazer versões e contar as estórias do jeito que você quiser, ou seja, ser mentiroso na literatura é arte! Essa foi uma das minhas primeiras e embasbacantes descobertas artísticas.

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Outro livro marcante na minha infância foi o primeiro que ganhei de minha mãe, o qual pude chamar de meu, realmente: "O menino marrom", do Ziraldo. O pessoal está num "modismo" de inclusão que eu acho uma grande bobagem, o Ziraldo, muito do inteligente, já falava de um mundo igual há muito tempo para as crianças: Menino marrom (negro), Flicts (diferente e depressiva), Menino Maluquinho (hiperativo), mas todos personagens totalmente inseridos, sem essa forçação de barra que tem hoje por aí, principalmente nas mídias de massa e nas escolas. Inclusive, o Ziraldo não anda muito bem de saúde, fica aqui meus pensamentos positivos e homenagem a ele. 
Ainda falando do Menino Marrom, tenho esse livro até hoje, é meu xodó na estante.

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Outro modismo de hoje é falar sobre séries... Gente, se atualiza, eu assistia "Os pioneiros" com meu pai, todas as noites, na tv record, eu super me identificava com a Laura, uma das protagonistas dessa série da família do velho oeste estadosunidenses. E série de livros para crianças também não é algo novo, minha primeira série em livros foi "A vaca voadora" da Edy Lima. Lembro que vi o título na biblioteca e achei uma palhaçada alguém colocar um título desse num livro. Lógico que pra mim foi um desafio, não apenas pelo título, mas pelo tamanho do volume (me sentia a adulta lendo livros grossos) e lá fui eu emprestar o livro pra ler. Acho que foi o meu primeiro de ficção científica que li. Achei uma doideira só e daí descabei para emprestar também toda a série que tinha na biblioteca " A vaca invisível" e "A vaca na selva". Pra ser bem sincera, não me lembro mais do enredo direito, preciso achar os exemplares em algum sebo para relê-los.

Bom, vou parando minhas memórias neste ponto porque as meninas estão aqui me cutucando pra deixar um espaço pra elas falarem sobre as leituras de infância delas também, porque por mim, se me deixarem, escrevo páginas e páginas sobre meus livros de infância...

Juliana: 
                                             



Olá pessoal,
Assim como a Fabi, minha memória é ruim, e minha mãe me incentivou a ler desde criança, o que dificultou bastante para eu saber qual foi o primeiro livro que li realmente, então, eu decidi escolher por livros que me cativaram a leitura durante a infância e a adolescência.

 O primeiro livro que me marcou, foi "Dom Quixote" do Miguel de Cervantes, li na escola por obrigação, mas gostei, principalmente da questão dos moinhos que tem ''história", me chamou muita atenção na época, além de claro, o bom humor do Dom Quixote e seu companheiro, que sempre estavam em uma nova aventura. O cenário dessa história é baseado nos romances de cavalaria e totalmente criado por Dom Quixote. Por fim, desde aquela época eu não li novamente, mas foi uma história marcante para minha vida de leitora.





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Outro livro que me marcou, foi ''Pollyana", eu li faz muitos anos e voltou a bombar com umas edições lindinhas que já quero. Trata da história de Pollyana, uma garota órfã de pai e mãe que aprende um jogo, o "jogo do contente", e nesse jogo, ela consegue se fortalecer. É uma história cheia de amor e compaixão e com lindas mensagens de vida, vale para adulto, criança, não tem idade para se emocionar com Pollyana. Bom pessoal, são esses meus primeiros livros, e agora eu passo o espaço para as meninas continuarem falando sobre os delas.






Lusia:



Olá, leitores!
Fico tão feliz em falar sobre um tempo tão lindo que já se foi faz tempo....minha infância.
A melhor época na vida de qualquer ser humano. Aonde a única obrigação é brincar e ser feliz. Tirar boas notas na escola também....rsrs
Me lembro que o primeiro livro lido foi para a escola, acho que estava na 4a série. Tínhamos que fazer um trabalho sobre ele. Me senti tão adulta!!! rsrs
O livro em questão foi: Flor de Maio.


Livro lindoooo da autora Maria Cristina Furtado
Ele conta a estória de uma borboleta que perde parte da sua asa e não consegue voar. Mas com a ajuda de uma cigarra e uma formiga, elas darão um jeito no problema da borboletinha. Lindo para ensinar superação e sobre como a amizade pode mudar nossos caminhos.


Um outro livro lindo é um clássico da Literatura Infantil e Infanto Juvenil chamado A Ilha Perdida.  Esse, li por escolha. Posso dizer que esse foi meu primeiro contato real com a Literatura.
Todos os leitores já ouviram sobre a famosa Coleção Vaga-Lume, ne?! Esse livro faz parte dela.





Velhinho mas muito querido

Neste livro, dois irmãos irão passar férias no sítio do padrinho e lá eles ouvem estórias sobre uma ilha próxima que dizem ser desabitada e cheia de mistérios.
Novamente, a amizade dá o tom dessa leitura e aborda uma questão importante e muito atual: a forma como o homem cuida do meio em que vive. Vivemos rodeados por lixo, as cidades foram crescendo e junto veio uma desordem ambiental muito grande. Ótimo para os jovens pensarem no que podem fazer para ajudar a preservar a natureza.
Esses dois foram os mais significativos para mim. Tanto que passei eles para a minha filha de 8 anos que adorou.

E não poderia deixar de mencionar A Turma da Mônica. Não conheço ninguém que não goste. Leio até hoje. E o legal que além de as estórias serem superdivertidas, sempre tem um ensinamento final.

Atualmente foram lançados novos gibis em inglês e espanhol! Não encontro em todas as bancas, mas quando acho, nem penso, trago correndo e lendo junto com a pequena pois ela estuda as duas línguas no colégio. Um ótimo incentivo para aprender brincando.


Em qualquer língua é diversão na certa

Por último uma dica: nunca se desfaçam daqueles livros que vocês leram e tiveram carinho, só porque você cresceu e não os lerá mais. Permaneça com eles na estante, pois lá na frente, você terá a maior felicidade em repassar aquela magia que te encantou para a próxima geração. E mesmo que você não tenha filhos, guarde com carinho. Eles serão responsáveis por abrir um sorriso no seu rosto quando você nem se lembrar mais deles.

Já falei demais. Agora digam vocês: qual livro marcou sua infância?
Bjs e uma linda semana das crianças à todos.

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sábado, 6 de outubro de 2018

Livros na minha estante que tem tudo a ver com o Direito

Olá Leitores, 
Segue minha publicação dessa semana um pouco atrasada, hoje eu resolvi falar sobre os livros que eu tenho que tem a ver com o direito, mas, que não são livros didáticos, então lá vamos nós.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A literatura independente | Por Leila Jacob


Olá pessoal, tudo bem?

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O mercado editorial no Brasil nunca foi fácil, mas os autores independentes não desistem e nem se abalam. Temos hoje muitas opções para publicar um livro e também muitas estratégias de divulgação.
É só ter internet e muita persistência que, se seu trabalho for bom e tiver público, vai render bons frutos.

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Hoje em dia temos várias plataformas para autopublicação digital, uma das mais conhecidas é o Wattpad, empresa canadense que tem seu serviço gratuito para seus usuários. O procedimento é muito simples: o usuário cria uma conta, publica sua historia e compartilha com os amigos e todas as pessoas que usam o serviço, podendo receber comentários e curtidas nos capítulos postados.

Tem exemplos de autores que ficaram conhecidos por publicar no wattpad:

Beth Reekles, autora de “A barraca do beijo”, depois de um sucesso estrondoso na Wattpad EUA, Beth vendeu os direitos da historias para a Netflix, podendo haver uma sequencia para as telas, já que ela publicou uma trilogia.

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Anna Todd autora de “After”, uma fanfiction da boy band “One direction”, fez sucesso no mundo todo com a série de livros, chegou a ser considerada o maior fenômeno literário dessa geração. Chega a ser boba esta afirmação, porém Anna Todd é a autora mais lida do Wattpad.

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Mas e os autores nacionais, tem chance sem morar nos EUA?

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Becca Mackenzie umas das embaixadoras do Wattpad Brasil.




Claro que sim, porém é muito difícil. Muitos lançam seus livros com gráficas que se intitulam “Editoras”, chegando a gastar horrores para ter os livros físicos em mãos e não têm o retorno desejado, ou seja, tem que rebolar muito.

Hoje temos a Amazon facilitando a autopublicação, mesmo assim, para ser conhecido é preciso um trabalho de divulgação, revisão, arte, etc.

Editoras independentes estão também tentando seu lugar no mundo, e acredite, o trabalho dessas pequenas empresas é muito minucioso, sempre vamos encontrar tesouros nesse meio, até mesmo se o autor pagar, já que buscam um bom conteúdo para serem reconhecidas.

Indicando:

Não sou uma critica literária, mas uma boa leitora, e já encontrei tesouros no Wattpad e vou deixar alguns títulos que estão publicados lá. Vale a pena conferir, é de graça e ainda apoia os autores independentes.

Lista de historias:

*Sem Medidas – Aline Cibele
*Meu armário de cerejeira – C. Caraciolo
*Cobiça – Dario Nero
*O que me dizem os provérbios de Salomão?- Lidayana Maia
*Os Diferenciados – Luciano Soares
*Rumo ao Paraguai – Paulo Machado
*Papo de Escritor – Becca Mackenzie

Se você está escrevendo e quer se destacar, não desista, por mais que seja difícil, esses autores conseguiram destaques numa plataforma gratuita, alguns sendo até chamados por editoras. O mercado digital é um caminho mais fácil e anda crescendo com a Amazon.
As portas das tradicionais não se abrem, porém o moderno chegou.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Fahrenheit 451 e o fim dos livros


Olá, Leitores.

Imagine viver em um mundo em que os livros não podem existir?

Guy Montag é bombeiro. Mas não um bombeiro comum. Ao contrário dos heróis que salvam vidas, esse tem o intuito de destruir. Livros.
Montag vive em uma sociedade na qual livros são artigos proibidos.
O governo não permite que nenhum cidadão tenha o direito de ter algum exemplar em seu poder, sob o risco de ter sua casa queimada. Esse sistema é quem controla o que pode chegar de informação às pessoas. Nesse mundo, o permitido, o normal, são pessoas interagindo com a tecnologia, vivendo a vida dos outros, como se fossem a sua própria. Ou elas se adequam, ou se usa da violência para banir os “rebeldes”.
Isso não parece familiar?