terça-feira, 2 de junho de 2020

Desafio de escrita: Seja o personagem de seu livro favorito - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!!!

Vamos a mais um desafio de escrita?
Esta semana o desafio de escrita é lindo: "seja o protagonista de seu livro favorito". Bom, o desafio começa quando tenho um número sem igual de livros favoritos e continua quando entendo que minha memória péssima nunca lembra dos enredos dos livros, mesmo daqueles que tanto amo, portanto, tive que reler e estudar um dos livros que escolhi com dificuldade, no caso escolhi um dos meus favoritos da saga Os Bridgertons, de Julia Quinn "Para Sr. Phillip, com amor", pois sempre pensei como seria viver nessa época e posição social européia, pode ser ingenuo e imaturo, mas enfim, cada um com suas esquisitices literárias. Levem em consideração como invencionisses tudo o que não se assemelhar com o enredo original.
Livro - Para Sir Phillip, com amor no Submarino.com

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Leituras de Maio de 2020 - Lu Rabello


Maio, que mês mais lindo! Mês das mães, das noivas e da minha filhota! 10 anos de muita bagunça.
Só por tudo isso já teria sido um mês feliz, mas as leituras vieram para coroar. Só coisas boas! Vem ver


Casa de Bonecas – Henrik Ibsen

Já conhecia a peça de teatro homônima mas foi minha estreia na literatura norueguesa de Ibsen.
Esse dramaturgo escreveu diversas peças e essa é sua grande obra escrita no século 19.



Nora é uma jovem mãe de 3 filhos, casada com Torvald, um banqueiro que acaba de receber uma promoção na época do Natal. Ele a provê financeiramente financiando seus luxos e caprichos e fazendo todas as suas vontades…uma família quase perfeita.
Mas todo esse cenário aparentemente normal encobre muitas inconstâncias.
Logo de início notamos que a personagem Nora é um tanto fútil, irritante...porém, com o desenrolar da trama notamos que sua frivolidade esconde um segredo.
O marido de Nora é extremamente machista e a trata como a uma “boneca” - daí a relação com o título do livro. Toda a futilidade dela começa a entrar numa espiral de desespero ao ser confrontada por um credor que vem cobrar uma antiga dívida.

Essa peça de Ibsen (como outras) chocou as plateias da época por mostrar a verdade de muitas relações familiares escondidas em uma máscara de normalidade.




A estória já virou filme (bastante fiel ao livro) e já virou peça de teatro com inúmeras adaptações na Noruega e até aqui em terras tupiniquins. Ana Paula Arósio fez o papel da desesperada Nora aqui no Brasil.
Uma estória cheia de nuances psicológicas e reviravoltas.

Ainda falando sobre problemas psicológicos, li um outro livro que vai a fundo nessa questão

Havia começado, Quando Nietzsche Chorou em abril, mas finalizei somente em Maio.
Um livro que me deixou a sensação de que para melhor compreende-lo, deveria ser lido mais de uma vez.




O grande filósofo Nietzsche (na época, final do século19, não era conhecido como hoje) tem além de problemas de saúde, conflitos mentais que o estão enlouquecendo.
Por intermédio de uma amiga, ele conhecerá o Dr. Josef Breuer um renomado médico
que usará uma terapia “alternativa” para tratar seu mais famoso paciente.
A dita terapia, nada mais era do que um bate-papo. Hoje tão comum, a psicanálise na época estava apenas começando a ser estudada como uma possibilidade de tratamento, aliada a hipnose que Nietzsche também estava desenvolvendo. Nossos psicanalistas eram chamados de “médicos de angústia” por ele naqueles tempos. Um visionário que só foi compreendido anos após sua morte. Como ele mesmo dizia, suas ideias nasceram cedo demais, numa época em que tortura era método de cura para histeria e outros males.
Não só Nietzsche mas também o próprio Josef, tinha seus conflitos. E foi com a ajuda do filósofo que ele enxergou suas falhas.
Todos os personagens são reais mas não há indicios de que a história tenha se passado dessa forma como descrita no livro. Mas vale como uma introdução à ciência da psicanálise. E nos mostra um lado muito humano, demasiadamente humano*, com o perdão do trocadilho, de um grande filósofo. 
O autor, Irvin D. Yalom, reuniu essas grandes mentes em uma história ficcional mesclada com a realidade.
Por tambem ser psiquiatra, o autor imprime um tom de veracidade ao apresentar problemas que poderiam ser enfrentados por qualquer um de nós o que nos faz refletir sobre questões da nossa própria vida.
Um livro que vale (quase) por uma consulta médica

Como dito acima, pra ser melhor absorvido, o livro deve passar por uma boa releitura. Um prato cheio para estudantes de psicologia, mas também para o leitor interessado em uma história muito bem contada, recheado de pérolas filosóficas como essa:






Por fim, escolhi uma leitura mais leve para descansar a mente.

Nessa quarentena, a Amazon tem feito a festa de nós leitores com muitos títulos gratuitos para leitura no Kindle.
Entre os (muitos) que baixei, está esse:

O Bracelete Misterioso de Arthur Pepper





O livro começa de forma melancólica contando a vida de Arthur, um senhor de 69 anos que fica viuvo após 40 anos de casamento.
Depois de um ano de luto, ele arregaça as mangas e decide mexer nos pertences de sua esposa.
No meio de roupas e fotos, ele encontra um bracelete cheio de belos pingentes.
Intrigado, por nunca tê-lo visto com sua mulher ele passa a ficar curioso com o artefato e é ao ver uma belíssima esmeralda incrustada em um elefante que ele vai buscar saber mais sobre a joia e uma vida que ele não sabia que sua falecida Miriam viveu.

Ele vai descobrir uma vida anterior de sua esposa que sequer imaginava que ela pudesse ter vivido.

O quanto será que a gente conhece do outro? Ou melhorando a pergunta: o quanto nós permitimos que o outro conheça da gente?




Ás vezes, uma experiência não tão boa faz ver o mundo com outros olhos. Foi isso que fez o personagem chacoalhar sua vida infeliz. De Paris até a India, Arthur conheceu mais de sua esposa e ainda teve a chance de  sair do lugar comum e conhecer novas pessoas e lugares.
No fim, fica a mensagem de que nunca é tarde para nos aventurarmos.




Esse é o livro de estreia da autora inglesa Phaedra Patrick. Procurei mais a respeito dela e vi que somente esse livro foi traduzido no Brasil.
Uma estória gostosa, que li super rapido e posso dizer que mais uma capa bonita me entreteu  por horas. Um bom passatempo. Espero que a editora "Fábrica 231" traga outros  livros dessa escritora.

Parando aqui para pensar, parece que todos os livros lidos esse mês tiveram essa carga psicologica de uma forma ou de outra.
E foi tudo sem querer ou procurar temas similares. Coincidências da vida. Ou melhor, coincidências literárias.

Maio, um mês de boas leituras. Estou pronta para as de Junho e você?

Até a próxima
Lu

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* Humano, demasiadamente humano é o título de um livro de Friedrich Nietzsche







domingo, 31 de maio de 2020

5 anos de Língua e Literatura

Olá leitores.
Estamos muito felizes pois nesse mês de maio nosso blog fez 5 anos de vida, o que começou sendo uma plataforma tecnológica para uma professora se comunicar com seus alunos virou um lugar de idéias, informações e criatividade.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: Passos escuros - por Leila Jacob

Caro leitor.
Minha formação como leitora teve grandes influências com o tema dessa semana, adoro uma boa história de fantasia.
Minha mente vai longe imaginando aqueles elementos fantásticos na história, agradeço então a todos escritores que escreveram histórias fantásticas na minha geração.
Vamos então ao texto da semana.


Passos escuros

A rua estava escura, a iluminação pública era fraca. Eu estava com a certeza que iria me arrepender de dar ouvidos a Astrid, vir tão longe para confirmar algo que nem era verdade. Mas era melhor mostrar a ela que isso não era real e depois ela teria que lidar com a loucura de sua mente sozinha.
Astrid percebendo que eu havia parado, me puxou para perto da casa.

- Ei! Temos que fazer isso rápido antes que eles voltem!

- Mano, sério que você quer invadir uma casa? Eu não sei se entro na sua ou te mando pro sanatório.

- Michael com ou sem você eu entro, eu quero saber o que aconteceu no meu passado e se você faz parte disso acho melhor ficar sabendo também.

Ela era persuasiva e no pouco tempo que havia ficado comigo me fez rodar a cidade para uma aventura, eu estava começando a gostar dessa garota.
Ela rodeou a casa e entrou no meio dos arbustos, tinha uma fenda no muro que passava facilmente um homem grande, no caso eu.

- Como você sabia dessa entrada?

- É eu sei de muitas coisas que você não precisa saber por agora.

O que me irritava era esse mistério, não sei até quando iria pra satisfazer o desejo de Astrid, é difícil encarar uma missão que você não quer.
Ela abriu a janela e entrou na casa, e eu morrendo de medo e pedindo pro mundo que ninguém pegasse a gente lá dentro, me meter com polícia de novo, iria dar uma grande merda.

- Não precisa fazer xixi nas calças, é lá em cima que eles guardam os documentos, o caderno deve estar lá, vamos rápido.

-Quem disse que eu estou com medo, hein?

- Uhum...

Astrid subiu as escadas com uma rapidez absurda e abriu a porta de um escritório que era amplo e tinha objetos de madeira por todo canto.
Com pressa ela abria gavetas e caixas e colocava tudo de volta no lugar, e eu só conseguia olhar para a cabeça de alce que estava pregada na parede do escritório.

- Uau...para um cara grandão como você eu não sabia que era tão medroso e certinho. 

Os comentários de Astrid já estavam me incomodando, mas os olhos do alce estavam me encarando e eu não conseguia parar de olhá-los. Com muito esforço desviei o olhar para o chão e vi uma luz cintilar através do piso de madeira.

- Garota acho que você vai querer ver isso.

Ela veio até mim e viu a fenda da madeira brilhando. Tirou um estilete da bolsa e empurrou a tábua do piso para cima.
Eu quase não conseguia acreditar no que via. O tão procurado caderno estava ali debaixo do piso. Ele brilhava. Era algo estranho que eu nunca tinha visto.

- Bendito! - exclamou ela toda animada - agora podemos ir embora.

Puxou o caderno e se levantou para a saída. De repente um forte vento fecha a porta do escritório e começa a levar os papéis que estavam na mesa para o teto, a casa treme como num terremoto, eu sinto meu corpo suar frio, era algo sobrenatural.

Com os olhos arregalados procuro pelo rosto de Astrid que parecia não ter medo do que via.

- Fique calmo, precisamos ir embora imediatamente! - gritou puxando meu braço para a direção da porta.

Quando ela girou a maçaneta escutamos uma voz estrondosa.

- Vocês não vão a lugar nenhum!

Quando olhei para trás para ver de quem era a voz, vi a cabeça do alce dando uma grande gargalhada.

Passos escuros é uma história que já comecei a postar no wattpad mas nunca prossegui, tenho um carinho especial por esses personagens, quem sabe um dia conto a história de Astrid e Michael para vocês, até semana que vem.

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segunda-feira, 18 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: O Cão - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Vamos a mais um desafio de escrita criativa?
Esta semana o tema é bem legal, eu, particularmente, adoro. A ideia é a de usar elementos de fantasia no texto. Na verdade, esse desafio me veio bem a calhar, pois meu próximo projeto de escrita está relacionado com as narrativas fantásticas brasileiras, mas não vou dizer mais para deixá-los na expectativa, por enquanto vamos com o texto desafio da semana. A crônica a seguir vai ser considerada por vocês, um texto fantástico, mas saibam, é totalmente baseada em fatos reais.

Papel de parede : noite, estrada, tarde, cachorro, fique, Cães ...



O cão

 Era sexta-feria à noite, fim de uma semana e tanto. Nossos grandes amigos haviam se mudado para um outro estado e deixado o sítio para trás. Ficamos combinados de morarmos em sua casa e cuidarmos dela como sendo nossa. Toda mudança traz um desgaste físico e mental enorme. Eu e meu marido estávamos exaustos, pois fizemos toda a mudança na unha, sem caminhão, atravessando a cidade por diversas viagens de carro. 
Esta era a última delas. 
No carro trazíamos apenas nossas últimas plantas, seiva de vida verde que tanto nos são caras. Bom, isso não quer dizer que não gostemos de nossos animais, ao contrário, o amor que temos por nossos gatos e cachorros é tão grande quanto o que temos por nossas plantas. Seja verde ou vermelho, o sangue pulsante de amor é força vital em nossa família. Acredito que nossas pimenteiras, por muitas vezes, deram suas vidas para protegerem a nós. Por quantas vezes nossa gata mais velha não deitou-se, de muito bom grado, sobre um joelho dolorido ou um coração partido dando-nos cura ou revitalizando uma energia consumida? E por quantas vezes, com aquele olhar doce de chocolate, nossa cachorra não se deitou sobre nossos pés mostrando-nos de que nunca estaríamos sós? 
Cachorros são protetores por instinto, disso todos nós sabemos.
Com a casa, ganhamos a companhia do Barão, um pastor de Malinois enorme, com olhar atravessado de desconfiança, rosnava com as pupilas, sem soltar um único latido, duro e teimoso como um lobo indomesticável. Ao chegarmos, o cão estava tristonho, pensávamos que o perderíamos, de tanta infelicidade que havia em seu coração pela falta dos donos anteriores, mas quando trouxemos a Cacau, ele se reanimou. Cacau tornou-se a mentora da fera e mais uma vez ela mostrava que a companhia era sua melhor qualidade.
Naquela noite fria de junho, a neblina estava baixa, úmida e congelante. As ruas desertas e as poucas portas das raras casas pela estrada de terra fechadas. Conversávamos sobre nosso cansaço observando a escuridão da noite sem lua e concluindo que o fim de um ciclo antigo estava dando-se naquele momento. O carro cheirava a mato, a estrada cheirava a pó úmido. Eram novos cheiros aos quais teríamos que nos adaptar: cheiro de mato, cheiro de escuridão, cheiro de neblina, cheiro de um novo caminho. Entre as palavras de observação, carregávamos palavras de reza em nossos corações, pedido que o orixá do caminho, o cão protetor de todas as ruas, abençoasse esse nova jornada que estávamos tomando.
Passávamos pela última pequena colina antes de descermos a rua do sítio, mal enxergávamos a estrada graças a forte névoa que dançava com as luzes do farol do carro. 
Do terreno acima do nosso, um antes de chegarmos, vimos a Cacau descendo pelo mato, saltitante e alegre como sempre, vindo nos recepcionar.
-Olha lá, amor, a Cacau já está super adaptada, vem descendo para nos receber.
-Owwnn, que linda a Cacau. Mas ela é fogo, né, adora uma rua!
E ao dizer a última palavra, percebemos que não era a Cacau, era um cão mais escuro, na verdade, bem mais escuro.
-É o Barão!
Quando chegou à margem da rua, o cão cor de neblina olhou para o carro e seus olhos refletiram a luz vermelha de seiva de sangue. Ele continuou descendo lentamente em direção à rua, e cada passada que dava o animal se fundia com a neblina. Aumentei o farol para distinguí-lo, e foi aí que, bem na  nossa frente, ele desapareceu, virou névoa. Passei com o carro bem por onde o cão não estava mais.
Não falamos nada um para outro. 
Entramos no sítio. A Cacau dormia pesadamente na varanda ao lado do Barão. E só após esta constatação, meu marido me perguntou:
- Você viu o mesmo que eu, ou estou ficando louco?
E eu o respondi:
- Ogun nos abençoou, querido!

Gostaram? Aguardem meu próximo livro, pois tem muito mais ficção real de onde veio essa!
Bjks e Boas Leituras!


terça-feira, 12 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: Tudo isso passará - por Leila Jacob

Caro leitor.
Escrever algo sobre uma citação que gosto é bem difícil já que gosto de varias citações.
Nesse tempo de pandemia onde tenho refletido muito há frases, músicas e pensamentos que andam me cercando. Vamos então ao o que interessa:



Tudo isso passará

Estamos sujeitos a tudo que vier, o destino é imprevisível e surpreendente seja para o bem ou mal. Pode ser que eu não viva até a velhice, não tenha filhos ou não case.
Pode ser que eu passe dos 100 anos vejam bisnetos e coma comidinhas leves de idosa.
Deus do céu, estou no meio de uma era onde as pessoas estão sendo dizimadas e não tem nem para onde ir, de repente "calma tudo vai passar".
Apesar dos pensamentos doidos, no momento tenho necessidade de viver intensamente, deixar pra trás uma vida moldada pra encarar a situação que está na minha frente.

Penso então nas minhas roupas de sair, sim eu tenho roupas de sair e de ficar em casa, nesse momento uso qualquer uma sem colocar rótulos nelas. Existia pela penteadeira diversos cremes e produtos caros e até baratos que eu não tinha tempo de usar, descobri que, com tempo de sobra que eu tenho, que eles acabam em dois meses. Calma tudo vai passar.

Comecei a limitar o uso de redes sociais para que noticias não influenciem minha nova vida intensa, quero mesmo é assistir uns filmes clássicos e ler um Harry Potter que eu nunca havia lido, acho que é bem intenso já que a J.K. ficou multimilionária com ele.
No começo eu comecei a comer muito doce e guloseimas, mas pra surpresa da minha nova rotina o forno elétrico falece e lá vou eu viver com o básico da confeitaria gelada, pensaram que eu ia comer alface, né? Sim ele também está na minha dieta.

A minha mente está a mil com muitas coisas pra fazer, criar e pensar, claro, é uma nova vida intensa.
Você pode até pensar que eu seja uma pessoa egocêntrica e chata por ter tais pensamentos em uma era tão judiada. Mas tudo vai passar, até esse turbilhão de ideias intensas vai passar, como eu sei disso?
Eu estava sentada no meu quintal e pensando em tudo que eu disse agora e de repente me veio a letra de uma música do Palavrantiga:

"Seguro vou em Tuas mãos, sei que tudo isso passará. Em Tua graça eu vou, Tens esperança em mim, quem me sustenta é Tua palavra."

No fim existe algo que me leva para um ambiente de sossego, a fé, com ela eu sei que tudo passará.

Deixe seu comentário, até semana que vem!

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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Entrevista com o poeta trainee Pabulus Lentulus - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Esta semana venho apresentar a vocês um escritor fascinante: Pabulus Lentulus.
O Pabulus lançou seu primeiro livro no começo deste ano, e suas poesias são objetivas e profundas, cheias de imagens e técnicas. Mas quero, antes que vocês o conheçam para depois se debruçar sobre sua obra mais recente.