terça-feira, 16 de julho de 2019

O tempo e a literatura - por Fabi Sanchez

Olá povo que lê!

E aí, estão lendo muito? Aposto que metade dirá que não, pois anda sem tempo... 
Pois é, estamos todos sem tempo...
Para onde ele foi?


quinta-feira, 11 de julho de 2019

Eco só - por Fabi Sanchez

Tarde, povo que lê!

Férias de inverno, né? O que vocês estão fazendo? Eu estou aproveitando pra ler e escrever mais. Agora faço parte de um grupo de poetas no insta chamado @poeticoconceito, onde temos um tema semanal para escrita, portanto pode ser que vocês vejam mais escritos meus por aqui. O tema da vez é: Solidão.
Espero que gostem

29 Solidão

Eco só

Eco
Oco
No peito
Que é leito
De nada
Cada
Dor
Só,
No nascer,
No viver,
No morrer.
Ser
Eco
Oco.

O que acharam? Adoro ouvir os leitores! 
Bjks e Boas leituras a todos!
Fabi

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terça-feira, 9 de julho de 2019

Eu gosto é de rosas | por Cristiane Oliveira

Há exatamente um mês atrás, a Leila fez um post que contava um pouco sobre como as suas viagens literárias haviam iniciado.
Para quem ainda não teve a oportunidade de conferir, aqui está o link: 


Daí, me lembrei das muitas vezes que tive essa sensação de estar viajando através de contos e histórias de um livro.
Foram tantas viagens...
Umas bem felizes, outras nem tanto, mas o efeito que cada uma criou em minha mente foi benéfico: foi a partir dessas sensações que comecei a me formar como leitora, a buscar mais entendimento sobre gêneros literários e a saber que, de repente, a leitura de uma obra pudesse não ser oportuna para aquele meu momento de vida.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Quem sabe um dia | Por Leila Jacob




Olá querido leitor, tudo bem?

Esse post é inspirado no livro "Quem sabe um dia" de Lauren Graham, nossa eterna mãe querida, Lorelai Gilmore. Conta a historia de Franny, uma aspirante a atriz que dá um prazo a si mesma de ganhar estabilidade em sua carreia em 3 anos, podemos perceber que é uma quase autobiografia da Lauren; um chick - lit gostoso de ler e ótimo para refletir.


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terça-feira, 2 de julho de 2019

Literatura nordestina

"É noite de São João, o céu fica todo iluminado, fica todo enluarado, pintadinho de balão"
Quem aí já foi a uma festa junina no Nordeste do Brasil, levanta a mão. Em homenagem, hoje falaremos sobre nossa singular e riquíssima Literatura Nordestina

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Livros adaptados para o cinema



Bastou um livro fazer grande sucesso, que logo vem as produtoras de filmes atrás, buscando carona no sucesso literário.
Esse ano de 2019, em especial, veio cheio de adaptações de grandes obras.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Quando um gênero te fisga - por Fabi Sanchez

Olá, povo que lê!!!

Já aconteceu com vocês de ficarem por um longo tempo lendo o mesmo gênero literário?
Comigo algumas vezes.



terça-feira, 11 de junho de 2019

É um pássaro? É um avião? Quase! É o gênero épico...| por Cristiane Oliveira


Esses dias eu estava revisando a vida...

Revi fotos de lugares sensacionais por onde passei, pessoas que me deram e ainda me dão alegrias e tantas outras memorabílias de anos luz atrás...

 No meio de pôsteres de pop stars que eu gostava na época (e muitos que, até hoje, ainda gosto), camisetas de bandas, cartas e cartões de amigos, brinquedos super desejados (que, por sinal, levaram certo tempo para serem chamados de “meus” por seus valores elevados e pela falta de recursos para tal fim), eis que acho alguns dos bens mais preciosos de todos... aqueles que, mesmo com o orçamento meio desfavorável, a gente puxa daqui e dali, parcela, pré-data (ainda existe isso? Kkk), mas faz acontecer: os livros.

Em minhas mãos veio parar um dos primeiros exemplares de estudo de literatura com os quais tive contato: Estudos de Língua e Literatura, de Douglas Tufano.



Foi a partir daí que comecei a me interessar mais por literatura e, como forma de reter com mais eficiência tudo o que eu conseguisse ler, passei a buscar mais informação sobre os bastidores de determinados assuntos. Um deles sendo sobre os gêneros literários.

Pensei: Já que eu tenho que estudar análise sintática, deixa eu já botar mais isso aqui no pacote!

E foi a partir daí que comecei a ler tendo em mente o tipo de gênero literário que determinado autor havia escolhido para desenrolar aquela história.

Um dos gêneros que sempre tive mais apego é o épico. Muito disso por se tratar de uma narração (proveniente da palavra grega “epos “).

 E do que se ocupa mesmo o gênero épico dentro da literatura?

Para poder ajudar mais a fixar a linha que segue o gênero épico, pensa naquele seu vô, tios, ou até mesmo seu pai (e nada contra o gênero feminino, mas é que as contações de “causos”, pela minha memória, sempre vieram mais do lado masculino...) Pois bem, pense em um deles, que sempre tem um caso para contar! Cheios de detalhes, datas, nomes e, muitas vezes, essas personagens são sempre munidas de qualidades extraordinárias, super poderes...

Isso te fez lembrar daquelas conversas de pescadores, né? Kkkkk

Tipo: pesquei uma orca de 3 toneladas sozinho, fatiei, limpei e fiz  filezinho de baleia para todo mundo degustar no jantar...

Ou seja, o gênero épico é salpicado com a presença de forças sobrenaturais, combates físicos, tudo sempre bem majestoso.

Resumindo, personagens da literatura épica são “zica”! Não tem para ninguém! São os reis da galáxia! Kkkkk

Sabe aquele monte de obra literária medieval, regado com gregos, germânicos e escandinavos? Pois é... Épico!

Um grandioso exemplo é A Divina Comédia, de Dante Alighieri.



É denso, recheado de presenças de manifestações políticas, história, geografia, filosofia, astronomia, mitologia e é escrito em poesia, o que torna tudo bem mais desafiador.

Portanto, segure-se! Força na peruca e muita coragem!

Com foco e, no início, tempo, valerá muito a pena. Principalmente se você ler com notas explicativas e textos de introdução.



Boa leitura!

domingo, 9 de junho de 2019

Viagens literárias - Por Leila Jacob


Na maioria das vezes não é preciso pegar uma estrada ou cortar as nuvens para viajar. Ao abrir um livro você entra em contato com vários lugares da terra e fora dessa realidade também, mas isso quem é leitor sabe, e esse é um dos prazeres literários. 

Certa vez, estava lendo um livro e, em determinado momento, dois personagens estavam em uma biblioteca. A protagonista, encantada com os livros, disse que amava estar em uma biblioteca, e o homem, disse que odiava, pois parecia um cemitério de livros. Se eu estivesse participando dessa conversa diria que ali era o portal de embarque para todas as viagens.




Quando entrei na adolescência, meus pais permitiram meus passeios pelo bairro sozinha ou com amigas. Nesses passeios conheci a biblioteca local. Na época eu já estava encantada com a leitura fazia um tempinho e com a ajuda dos funcionários eu li diversos livros legais. Foi nessa onda que conheci Meg Cabot, Alisson Noel, Stephanie Meyer e muitas autores contemporâneos.




Me perdia em prateleiras, demorava quase uma tarde inteira pra escolher 3 livros e ler tudo em uma semana. Viajava pelas estantes e quando chegava em casa viajava pelas palavras.
Li clássicos que na época eu não tinha entendido muito bem e hoje relendo vejo que meu conceito mudou muito, nada como o amadurecimento para nos transformar.



Hoje ainda frequento esta biblioteca, e ainda pego livros emprestados do acervo e quando vejo livros que já li na prateleira dou risada e lembro das viagens que fiz quando embarquei neles.
Nada melhor do que experiencias para contar aqui no L & L.




Na minha última visita ganhei uma Abayomi, aquela que traz alegria, boneca que as mães faziam para seus filhos nos navios negreiros para eles brincarem.Teve uma oficina de "monte seu brinquedo" e as crianças ficaram animadíssimas rsrs.

Em breve falarei mais sobre esse espaço que frequento, enquanto isso me contem, onde que você começou suas viagens literárias?

Beijos!




terça-feira, 21 de maio de 2019

Biblioteca de Jundiaí Nelson Foot

Olá, povo que lê!!

Dia 07 de maio fiz uma viagem incrível! Fui junto com os diretores das escolas municipais daqui de Piracaia à Biblioteca Municipal de Jundiaí Nelson Foot.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Poções mágicas de felicidade | por Cristiane Oliveira



Sabe aquela leitura útil, mas útil mesmo e que passa de geração para geração e que fica sempre ali, pronta para você dar uma espiadinha num momento de ócio criativo ou em uma emergência? 
Pois é... Minhas enciclopédias e livros sobre fitoterapia, medicina natural e alimentos funcionais fazem esse papel. 
Eu simplesmente amo esses manuais de vida úteis. Já testei várias recomendações e tive resultados muitos bons.
Não vou dizer que o resultado é do dia para a noite, mas esses guias são como uma reeducação ou uma preparação para alguma etapa da vida que vai te exigir mais fortalecimento, concentração, enfim, mudanças benéficas a longo prazo. 
Descobri que meu quintal, meu jardim, poderiam me munir com fontes riquíssimas de doses diárias de bem-estar. 
Morando em uma pequena “selva”, meu abacates, limas da Pérsia, ameixas,  mamões, pitangas, goiabas, mangas, figos, ora-pro-nobis, couves, taiobas,  hortelãs, ervas-cidreiras e algumas outras PANCS, me abastecem (e a alguns vizinhos também), durante épocas distintas do ano. 
E quanto mais eu me dedico à leitura dessas jóias, mais eu aprendo e mais eu me surpreendo. 
Conhecimento é ouro e ter livros que tratam de medicina e alimentação mais naturais são a fonte de uma vida muito mais saudável e equilibrada. 


terça-feira, 7 de maio de 2019

Escrever é viver | Por Leila Jacob


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Uma vez escutei de uma autora que nem só de criatividade vive um escritor, mas ouvir e ter experiencias, também é um trabalho que faz parte do processo de escrita.
Muitas vezes passamos meses e até anos sem escrever, mas na hora que a inspiração chega você tem que correr pra não perder a ideia.

terça-feira, 30 de abril de 2019

Escritores brasileiros

Neste mês, o coletivo do Língua e Literatura será sobre alguns dos escritores brasileiros favoritos de nossas colunistas, em homenagem a amanhã, dia da literatura brasileira. Confira!

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terça-feira, 16 de abril de 2019

Comfort Book - Livro que aquece o coração - Lu Rabello


Você já ouviu a expressão “Comfort Food”? Seria algo como comida que conforta. Aquela comida que precisamos quando queremos nos sentir acolhidos, sabe?
Hoje eu vou falar sobre um “Comfort Book”. E o que é melhor? Ele também é sobre comida.

A resenha de hoje é sobre um livro delicioso: Como Água Para Chocolate




Eu já conhecia o filme que é muito antigo e lembro de ter adorado, mas não conhecia o livro. A Fabiana, que escreve com a gente, me falou a respeito e eu aproveitei para ler. Em poucas páginas, me apaixonei pela Tita.

Josefita de La Garza, ou, Tita, é a personagem principal deste romance.
Ela é a filha mais nova de uma família mexicana que faz da preparação de um prato uma alquimia colocando nas preparações seus melhores sentimentos, o que faz das refeições verdadeiros manjares dos deuses. É em frente as panelas que a mágica acontece.
Mas na família de Tita há a tradição de que a filha mais nova não poderá nunca se casar, pois a última filha mulher é quem deve cuidar da mãe em sua velhice.
E então a personagem começa a se questionar: E quem cuidará de mim, na minha velhice?
Nesse momento aparece Pedro para desandar de vez com os sentimentos familiares.
Ele, apaixonado por Tita, terá que se contentar com a irmã mais velha para poder ficar ao menos perto de sua amada. Que drama de amor!

A estória é muito envolvente. Acompanhamos os risos e lágrimas de Tita que entre tantas receitas contidas no livro, nos ensina como fazer um delicioso chocolate quente, como rechear codornas e até como curar queimaduras de pele. Mas além de tudo, como nunca devemos deixar nosso calor se extinguir. Mais do que bons ingredientes, precisamos de amor e ânimo para criar deliciosos pratos.




Após um banquete, em que Tita muito triste prepara a refeição, todo mundo passa mal com vômitos e diarreias. Resultado de um coração magoado.

As mulheres, tão acostumadas a abdicar de sonhos na vida em favor de terceiros, irão se reconhecer na pele da apaixonada Tita ,mas os homens, ao ler esse drama de amor, podem compreender melhor (um pouquinho) as dores e delicias que um coração feminino guarda.
Será que até a alma mais gelada ainda não tem uma fagulha esperando para ser acesa?

A autora Laura Esquivel acertou em ambientar essa linda estória no México. E quando a gente lembra do país, vem à mente pimenta, muito sabor e a chama ardente do amor. A estória também tem elementos fantásticos o que a deixa ainda mais encantadora.

O que eu aprendi com esta heroína, além de deixar aflorar os dons culinários, é que não devemos nunca desistir da felicidade. Nem nunca deixar de amar.
Como Água Para Chocolate virou um dos meus livros favoritos. Assim, de cara. Como o verdadeiro amor, bateu e ficou. Para ler e reler.
Corre pra ler essa delicinha de livro, mas antes passe no mais novo blog das colunistas Fabiana e Leila. As duas fadas criaram o blog Culinária e Horta. Tudo a ver com a postagem de hoje, ne?! Ele está cheio de receitinhas boas. Acesse Aqui. Sucesso, meninas.
Bjs e até a próxima


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Vem escrever com a gente - por Fabi Sanchez

Olá, povo que lê!!!

Tenho ótimas notícias!!!

Chegaram os marcadores do blog! Olha que lindos! Nós quatro estamos aqui apaixonadas e empolgadas! E eu, em particular, estou tão entusiasmada que resolvi dar marcadores para todos os nossos leitores! Uhuuuuu!!!


terça-feira, 2 de abril de 2019

Livros de autoajuda realmente ajudam? | Por Cristiane Oliveira

Fazendo as contas e pensando com os meus botões, os livros de autoajuda começaram a se tornar uma coqueluche há uma década: manuais para viver melhor em ambiente de trabalho, para enriquecer, para se dar bem em uma entrevista, para encontrar equilíbrio e tantos outros assuntos.  
Eu li alguns desses livros. Alguns bons, outros péssimos.




A nossa mente é associativa e amarra as informações aleatoriamente e quando se trata de um livro, a mente faz o mesmo. 

Todas as informações contidas no livro são associadas às nossas referências e vivências. 
Então, se uma pessoa acha que um livro de autoajuda é irrelevante, mesmo que ela se depare com informações que realmente podem ajudá-la, é provável que ele não tenha nenhum efeito.

                                        

Para uma pessoa que acredita que essas informações podem ser úteis, sempre haverá bons resultados. 
Com isso, ela saberá tirar algum proveito: os ensinamentos chamarão a sua atenção e ela fará os exercícios propostos e isso poderá trazer alguma mudança positiva. 
Baseada nisso, passei a acreditar que todos os livros que lemos podem nos ajudar de alguma forma. 
Em algumas situações, nos identificamos com os personagens, com as situações, aprendemos novas formas de ver o mundo e a nós mesmos. 
Aprendemos sobre geografia, geopolítica, história, física quântica ou qualquer outro assunto que nos interesse.
Existe apenas uma ajuda eficaz: a nossa.
Depois de já ter tentado ler alguns livros, ter desistido de muitos  e ter concluído poucos (ou, talvez, menos do que eu deveria por não ter lhes dado o crédito merecido ou, simplesmente, por ter me faltado a paciência necessária), percebi que o sucesso de um livro de autoajuda depende da reação e da resposta das pessoas ao seu conteúdo. 



Ou seja, mesmo em um livro de autoajuda considerado ruim, uma pessoa pode encontrar algum significado valioso e que vá ser útil e ajudá-la. 
Você se recorda de algum livro de autoajuda que tenha lhe trazido resultados positivos? Compartilhe conosco! 






sexta-feira, 29 de março de 2019

Escritoras - mês internacional da mulher



Boa tarde, leitores!

Na nossa postagem coletiva do mês, O Língua e Literatura resolveu homenagear as escritoras, já que em março o mundo remete-se tanto ao público feminino.

Somos todas mulheres aqui no blog, mas vejam bem, não queremos levantar bandeira, pois entendemos que a igualdade dos gêneros está em suas diferenças. Valorizamos o poder masculino e o feminino. E aqui no Língua, o verdadeiro empodeirar-se é deleitar-se com as leituras que mais caibam a você, portanto ficam aqui as dicas de cada uma das colunistas sobre suas escritoras favoritas.



quinta-feira, 28 de março de 2019

Leia Gastronomia | 1º Trimestre - por Leila Jacob

Olá pessoal, tudo bem?

Estou mega empolgada e feliz com o post de hoje, o primeiro post do projeto #LeiaGastronomia, vamos conferir os livros que li no primeiro trimestre de 2019.

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Livro: A festa de Babette
Autor: Karen Blixen
Editora: Cosac Naify

terça-feira, 19 de março de 2019

Memorias Afetivas - Lu Rabello



Memórias Afetivas


19/03

Uma data qualquer. Mas não pra mim. Hoje seria o 79º aniversário da minha mãe. Ela se foi há mais de 2 décadas mas como o amor não morre, a levo comigo no coração e nos ensinamentos passados com tanto carinho. Dentre eles, o amor pelos livros.


terça-feira, 12 de março de 2019

Domínio público | Cristiane Oliveira

O primeiro dia de cada ano é também a data em que se comemora o Dia do Domínio Público. 
Isso porque esse é o marco a partir do qual os direitos autorais deixam de ser aplicados a obras, e elas passam a ser disponibilizadas livremente, sem a necessidade de autorização ou pagamentos para que sejam republicadas ou sirvam de base para novos trabalhos. 
As regras para cada país, no entanto, variam. 
Por isso, nem tudo o que cai em domínio público no Brasil, por exemplo, cai em domínio público nos Estados Unidos. 



terça-feira, 5 de março de 2019

Literatura de aniversário - por Fabi Sanchez

Literatura de aniversário - por Fabi Sanchez

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Olá, povo que lê!



Já fiz aniversário este ano, gente, o título desta postagem não é para revelar a data de meu aniversário e nem minha idade, fiquem tranquilos quanto a este quesito. Na verdade hoje vim falar sobre um livro que foi, coincidentemente, (será?) publicado no dia do meu aniversário.


sexta-feira, 1 de março de 2019

Livros que todo mundo leu menos eu - Por Juliana Valiengo

Olá leitores, faz um tempo que não apareço por aqui, mas, estou viva rs. Hoje eu queria falar sobre os livros que todo mundo leu menos eu, quem nunca?


                                
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                                       Foto: Blog Super interessante,out,2017


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Como um presente - por Fabi Sanchez




Vocês conhecem a Vivian Catenacci, contadora de histórias? Pois então, ela é minha amiga e vizinha. E quer ficar com mais inveja? Segunda, 25/02/2019, ela veio abrir o ano letivo da Univesp no polo de Piracaia.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Literatura de verão



Olá, leitores!

Hoje tem postagem coletiva, e querem saber qual o tema: Verão!
Mas o verão já está acabando, meninas! Não tem problema, moramos "num país tropical, abençoado por Deus", onde quase sempre é verão, e caso esfrie, ano que vem tem mais!
Portanto, vejam as dicas das nossas colunistas sobre literatura com o tema de fundo Verão

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Qualquer um pode ser escritor? - por Leila Jacob


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Olá pessoal, tudo bem?


Se tem algo que eu sempre faço é planos para o futuro, lugares que quero conhecer, comidas que quero fazer e provar, bater metas e etc.
Minha mente sempre trabalha nesta questão de planos, porque quando temos o foco em alguma coisa fazemos ela acontecer, até mesmo sendo algo impossível.

E um dos meus planos é escrever um livro antes dos 30 anos. Não precisa ser publicado não, eu só quero escrever uma história e pronto.( Já pensei em uns 30 livros para escrever antes de completar 30!!!). Tenho alguns textos na minha amada plataforma wattpad, mas nada que seja tão digno de ser uma missão cumprida.

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E nesses dias, conversando com um colega meu, veio um questionamento da parte dele "Será que qualquer pessoa pode escrever uma história?"
Respondi que sim, até porque todos temos a faca e o queijo na mão, ou seja, o papel e a caneta, a tela e o teclado. Basta a pessoa se dedicar e buscar saber mais sobre o que está fazendo.


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Se a gente for ver a trajetória de muitos autores conhecidos hoje, veremos que nem sempre aquela pessoa escreveu. 
Pessoas que se descobriram escritores por ter uma depressão, ou por serem obrigados a ficar de repouso nove meses por conta de uma gravidez de risco ou também para provarem que podem escrever histórias melhores do que as de vampiros. Acredite, ouvi isso da boca de autores publicados, que são nada mais que pessoas simples que se encontraram no mundo da literatura.

Lembro da minha irmã caçula que com 8 anos pegou um caderno e escreveu várias histórias. Eu amava ler as histórias dela. Um dia minha irmã teve um surto de escritora e rasgou o caderno dizendo que aquelas histórias não estavam boas o suficiente, ou seja, até as paranóias de quem escreve são iguais.

Mas qualquer um pode escrever?

Meu professor de violão dizia que ninguém nasce com dom, mas que se treinarmos sempre nascerá o verdadeiro dom, frutos do nosso aprendizado.

Então, da minha parte, eu digo sim, qualquer um pode ser um escritor, é  só querer. 
Tem milhões de leitores esperando por boas histórias, eu mesma sou uma delas.

Deixe a sua opinião nos comentários e vamos conversar!
Beijos, até mais!

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Literatura surda - por Cristiane Oliveira


Apesar de serem 10 milhões de brasileiros a terem uma língua própria, os surdos ainda sentem muita dificuldade em se integrarem à sociedade.
Como tudo na vida, aos poucos são feitos avanços positivos que trazem qualidade às vidas de tantos deficientes auditivos.
Em meados de 2016, fui a um salão de beleza em São Caetano do Sul e lá me deparei com um profissional que fazia atendimento em Libras.
No período em que fiquei lá, notei que foram 5 atendimentos!




Ter presenciado aqueles clientes recebendo a atenção devida, sendo compreendidos e tendo o resultado que desejavam, me fez pensar que o contato com a comunidade surda merece muito mais engajamento, pois eles precisam dos mesmos tipos de serviços que nós, pessoas tidas como detentoras de funções plenas. 
A partir daquele dia, comecei a me interessar e querer entender mais sobre essa língua que traz consigo uma expressão corporal tão marcante. 


Fiquei muito feliz em saber que em 2017 o Enem (Exame nacional do ensino médio) contou com prova em vídeo, traduzida para a Libras, de modo a incluir os surdos. Um ganho, certamente.
Venho me munindo de fontes de conhecimento e informação sobre a cultura surda desde a minha experiência no salão do ABC paulista.
Indo mais a fundo em minhas investigações, descobri que há uma  região localizada no sul de Massachusetts, chamada Martha’s Vineyard, conhecida por ser a primeira comunidade desenvolvida para surdos. 
Conforme fui me interessando mais pelo assunto, fui fazendo contatos e amizades com profissionais da área e eis que encontrei um grupo muito legal chamado Libras Avante que se dedica à literatura surda.
Descobri com eles que há um ótimo nicho literário para o público jovem. Muitas obras famosas estão sendo adaptadas para a Libras.
Um deles é Rapunzel surda, um clássico que faz parte da infância de, praticamente, todas as crianças. 



Além da literatura com foco no público infanto-juvenil há outros autores que tive o prazer de descobrir e que tem me preenchido com ricos conhecimentos sobre a comunidade surda.



Se você se interessa por Libras, vale a pena investir um tempo se familiarizando e entendendo um pouco mais dessa língua tão linda. 


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Metas de Leitura 2019 - Lu Rabello

Metas de Leitura para o ano de 2019 - por Lu Rabello

Com um pouco de atraso venho mostrar minhas metas de leitura para 2019.
Já há um tempo venho me sentindo inclinada a ler grandes obras da literatura. Não desmerecendo os autores iniciantes mas acho essencial conhecer o clássico.
Ano passado li um livrão, em todos os sentidos, chamado O Conde de Monte Cristo. Mais de 1.600 páginas de tramas elaboradas e vingança.
Daí em diante fui pegando o gosto em ler livros já consagrados. Sem deixar os lançamentos de lado pois ninguém é de ferro.


Segue minha lista para leitura desse ano






Boas escolhas? Poucos livros, né?! Mas prefiro colocar menos e tentar dar conta. E temos livros grandes como O nome da Rosa de Umberto Eco e Anna Karenina de Tolstói que vão me consumir muitos dias (e noites) de leitura.

Notem que metade da lista é de nacionais. Tanto que um da lista já foi lido e é o Senhora, de José de Alencar. Ando muito “viciada” em literatura brasileira. Já viu minha postagem a respeito? Clique aqui 


Aurélia é a Senhora do título. Êta mulher porreta!


Sigo agora com Memórias Póstumas de Brás Cubas.

E vocês, já fizeram listas? Gostam? Ou leem o que dá vontade? Eu vou muito na vontade do momento por isso não irei marcar mês específico para cada mas quero ler muito todos esses!

Um beijo e até a próxima, 
Lu

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Estilística e Gramática - por Fabi Sanchez

Estilística e Gramática



Olá, povo que lê! 

Hoje vim falar sobre diversas coisinhas, mas o tema central é: as escolhas que fazemos sobre a linguagem de um texto para podermos expressar determinada ideia. Parece um tema muito chato e formal, mas não é não, veja só:


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Você abandona livros? - Lu Rabello


Quem lê muito, mais cedo ou mais tarde, vai se deparar com alguma leitura não muito boa. Aí vem o dilema: ir até o fim ou abandonar o livro?

É sobre isso que vamos conversar hoje.
Sou uma leitora com algumas décadas de experiência com os livros.
Nunca gostei de começar um livro e não finalizar. Na verdade, com tudo. Se começo algo tenho que ir até o fim.
Porém os anos vão passando e consequentemente as leituras vão crescendo. Minha pilha de livros desejados chega na lua e volta.


"Ao Infinito e Além"

Aí comecei a pensar: “Vale a pena continuar uma leitura que não está me trazendo alegria?” “Tenho tanto a ler e vou ficar sofrendo com essa estória?”

Foi a partir desses pensamentos que comecei a desapegar.
E qual o critério para abandonar um livro?
Cada um terá o seu, mas eu avalio o meu grau de interesse em saber o final da estória.
Alguns são ruins desde o início, já outros, a estória vai bem até o meio, depois se perde. 
Sendo assim, se existe algo que me prenda eu até faço um esforço, se não...a pilha de livros abandonados sobe na mesma medida que a de livros a serem lidos.

Acredito que isso se deva à maturidade de saber que o mundo não acaba se você não finaliza um livro (ou não termina um filme, por exemplo)
E à maturidade intelectual também. Como disse no começo leio há muitos anos e conforme o tempo passa nossos gostos se alteram. O que era bom há 10 anos atrás, hoje pode não atrair mais. Vamos lendo coisas diferentes, nosso cérebro vai pedindo mais substância e quando a leitura não oferece, bate essa frustração de ter que largar algo porque aquele tipo de estória já não nos acrescenta nada.

Estão curiosos para saber o que já joguei pra escanteio?

Um deles é uma unanimidade entre leitores. Um queridinho adorado por todas as idades.
Quem arrisca um palpite?

Se você pensou em O Morro dos Ventos Uivantes, acertou.
Você não gostou desse livro? Como assim?”, devem estar pensando.
Eu ODIEI. Li umas 80 páginas (fui insistente para saber o porque de tanta fama) e decidi que foi o bastante.
Para mim, essa não é uma estória de amor. É uma estória doentia.
O amor não precisa de tanta raiva, não precisa de vingança. O amor tem que ser leve, feliz...


Meu primeiro abandono


Indo pela ideia do amor verdadeiro não precisar de tantos “subterfúgios”, outro que não me agradou em nada foi Cinquenta Tons de Cinza.
Li o 1º, mas não teve jeito. Estória ruim, mal escrita, idealizada de forma infantil e totalmente fora da realidade. Nem aos filmes assisti.

Outro que larguei, e esse bem no início, na página 10 mais ou menos, foi A Desumanização de Valter Hugo Mãe.
Nem lembro o porque de não ter gostado da narrativa, mas vi que "sofreria" demais lendo essa estória. Fiquei até chateada por ouvir tantos elogios ao autor e ter me decepcionado de cara (era meu primeiro contato com seus livros), mas não dava pra continuar.

E o um dos últimos que larguei foi O Poder do Hábito. Eu sou doida por temas que envolvam produtividade e organização. Porém nesse livro não encontrei nada disso. São relatos de pessoas que transformaram suas vidas de acordo com algum hábito, mas só. Nada concreto para auxiliar na realização de incorporações de hábitos no dia a dia. Um quase "auto-ajuda". Nada contra, mas esse nicho literário não me encanta.
Ainda no mesmo tema, um autor que tentei ler foi Augusto Cury. Nem lembro qual livro foi, mas achei mais do mesmo e percebi que nada do que ele escrever irá me interessar.

Vocês costumam abandonar leituras? Me contem! 
Vamos combinar que a vida é curta demais para livro ruim! Ei, e vale dizer que um livro pode ser péssimo para mim e excelente para você. Sem preconceitos.

Um beijo e até a próxima
Lu

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