quinta-feira, 4 de junho de 2020

Desafio de escrita criativa: Seja o personagem do seu livro favorito - por Leila Jacob

Caro leitor,
O desafio dessa semana fez minha imaginação voar longe. Não vou mentir que toda vez que leio um livro me coloco diversas vezes no lugar do personagem me perguntando até o que eu faria naquelas situações, poderia mudar o enredo de vários livros já lidos. E hoje com a ajuda desse desafio farei isso, espero que gostem.


A raiva consumia não só o corpo como a alma de Léa Delmas, a jovem não conseguia acreditar como o mal consumiu sua vida por só uma tarde.
Não bastasse o amor de sua vida anunciar o casamento com a própria prima tola e franzina, o rádio também acabara de comunicar a notícia prevista por todos, a maldita guerra estava por vir.
Léa queria correr, mas ali não era Montillac e muito menos momento apropriado para dar vexame ao seu pai. No salão de festas todos abraçavam Laurent e Camille pelo imprevisto noivado. Tolos. Aquele enlace não duraria por muito tempo, pensava Léa.
Com sutileza a moça saiu do recinto para chorar as mágoas na estufa de Roches-blanches, sentou no chão úmido para chorar por não saber o que o futuro lhe guardava.
Passos pesados a seguiam e lá estava o bruto Tavernier a olhando com dó.
- Não preciso de sua pena, patife! - E realmente ela não precisava, não havia orgulho ali, só falta de conhecimento.
- Ora criança, chora por esse tolo enquanto naquele salão há diversos rapagões atrás da senhorita.
- Sabe que o detesto, não é hora de tentar ser gentil quando nunca se foi!
- Detesta hoje, sim...mas amanhã...
- Espero que a guerra lhe arrebente na primeira batalha, seu patife!
François Tavernier sabia que aquela cena de adolescente mal amada seria por pouco tempo e que Léa um dia cairia em seus braços, saberia essa garota que um dia ela iria viver aventuras ao seu lado?
Ele sim, retornou para buscar a jovem, corajosa e selvagem Léa Delmas com seus dezesseis anos. Ela haveria de continuar a luta.
- Vamos criança, não há tempo pra se perder nessa época.
Léa o encarou com seus olhos violetas cheios de lágrimas e o homem pegou em sua mão e a puxou, a moça sentiu uma tontura e caiu em profundo sono.
Léa acordou em um quarto estranho com móveis diferentes e luzes elétricas fortes, ao seu lado, na cama, estava François. Ela estava confusa mas um flash de memória abriu sua mente.
Fim da guerra, caça aos nazistas, casamento, guerra fria, Cuba, filhos, resistência, mortes, traições e lutas.
Era 2010 e François havia buscado seu corpo jovem em 1939, o filho da mãe havia conseguido.
- Acorde!!! Você conseguiu! Não acredito que conseguiu! - gritava feliz e pulando.
- Mulher, fale mais baixo!!! Mas o que vejo? Uma criança de 87 anos, com corpo de 16.
Léa se lembrou de sua morte, era incrível poder estar de volta, mas era impossível saber quanto iria durar, François estava igual a 1939, porém ainda vivo nas duas eras.
-Onde estão meus filhos?
- Eles não sabem que você está de volta...só a trouxe pra conseguimos cumprir o plano com êxito, sabe que um cadáver e um velho não podem mudar o mundo.
A mulher sabia que o marido estava certo, se aconchegou nos braços dele, ela o amava profundamente.
- Sabe François, eles ficarão de queixo caído...como eles nos chamam mesmo? Comunistas...
- Pode ter certeza, mas não podemos garantir nada ainda...
- Ora não seja um Pati...
- Eu sei, Patife, ainda lhe falta vocabulário mulher.
E os dois riram.


O personagem que escolhi ser foi a Léa, da série de livros "A bicicleta azul". Ela sempre teve um gênio parecido com o meu, mas fazia diversas burradas e esse texto não deixou de fazer mais coisas burras.
Às vezes não se muda a natureza de um grande personagem, ele é o que é.
Nesse livro a autora conta a história de uma jovem que está se descobrindo na época da segunda guerra mundial, sua inocência se quebra aos poucos, até ela se infiltrar na resistência francesa.
E a viagem no tempo... é culpa da Diana Galbardon, lendo seus livros me deu vontade de encaixar viagens pelo tempo em várias histórias.

Espero que tenham gostado, até semana que vem!


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terça-feira, 2 de junho de 2020

Desafio de escrita: Seja o personagem de seu livro favorito - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!!!

Vamos a mais um desafio de escrita?
Esta semana o desafio de escrita é lindo: "seja o protagonista de seu livro favorito". Bom, o desafio começa quando tenho um número sem igual de livros favoritos e continua quando entendo que minha memória péssima nunca lembra dos enredos dos livros, mesmo daqueles que tanto amo, portanto, tive que reler e estudar um dos livros que escolhi com dificuldade, no caso escolhi um dos meus favoritos da saga Os Bridgertons, de Julia Quinn "Para Sr. Phillip, com amor", pois sempre pensei como seria viver nessa época e posição social européia, pode ser ingenuo e imaturo, mas enfim, cada um com suas esquisitices literárias. Levem em consideração como invencionisses tudo o que não se assemelhar com o enredo original.
Livro - Para Sir Phillip, com amor no Submarino.com

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Leituras de Maio de 2020 - Lu Rabello


Maio, que mês mais lindo! Mês das mães, das noivas e da minha filhota! 10 anos de muita bagunça.
Só por tudo isso já teria sido um mês feliz, mas as leituras vieram para coroar. Só coisas boas! Vem ver


Casa de Bonecas – Henrik Ibsen

Já conhecia a peça de teatro homônima mas foi minha estreia na literatura norueguesa de Ibsen.
Esse dramaturgo escreveu diversas peças e essa é sua grande obra escrita no século 19.



Nora é uma jovem mãe de 3 filhos, casada com Torvald, um banqueiro que acaba de receber uma promoção na época do Natal. Ele a provê financeiramente financiando seus luxos e caprichos e fazendo todas as suas vontades…uma família quase perfeita.
Mas todo esse cenário aparentemente normal encobre muitas inconstâncias.
Logo de início notamos que a personagem Nora é um tanto fútil, irritante...porém, com o desenrolar da trama notamos que sua frivolidade esconde um segredo.
O marido de Nora é extremamente machista e a trata como a uma “boneca” - daí a relação com o título do livro. Toda a futilidade dela começa a entrar numa espiral de desespero ao ser confrontada por um credor que vem cobrar uma antiga dívida.

Essa peça de Ibsen (como outras) chocou as plateias da época por mostrar a verdade de muitas relações familiares escondidas em uma máscara de normalidade.




A estória já virou filme (bastante fiel ao livro) e já virou peça de teatro com inúmeras adaptações na Noruega e até aqui em terras tupiniquins. Ana Paula Arósio fez o papel da desesperada Nora aqui no Brasil.
Uma estória cheia de nuances psicológicas e reviravoltas.

Ainda falando sobre problemas psicológicos, li um outro livro que vai a fundo nessa questão

Havia começado, Quando Nietzsche Chorou em abril, mas finalizei somente em Maio.
Um livro que me deixou a sensação de que para melhor compreende-lo, deveria ser lido mais de uma vez.




O grande filósofo Nietzsche (na época, final do século19, não era conhecido como hoje) tem além de problemas de saúde, conflitos mentais que o estão enlouquecendo.
Por intermédio de uma amiga, ele conhecerá o Dr. Josef Breuer um renomado médico
que usará uma terapia “alternativa” para tratar seu mais famoso paciente.
A dita terapia, nada mais era do que um bate-papo. Hoje tão comum, a psicanálise na época estava apenas começando a ser estudada como uma possibilidade de tratamento, aliada a hipnose que Nietzsche também estava desenvolvendo. Nossos psicanalistas eram chamados de “médicos de angústia” por ele naqueles tempos. Um visionário que só foi compreendido anos após sua morte. Como ele mesmo dizia, suas ideias nasceram cedo demais, numa época em que tortura era método de cura para histeria e outros males.
Não só Nietzsche mas também o próprio Josef, tinha seus conflitos. E foi com a ajuda do filósofo que ele enxergou suas falhas.
Todos os personagens são reais mas não há indicios de que a história tenha se passado dessa forma como descrita no livro. Mas vale como uma introdução à ciência da psicanálise. E nos mostra um lado muito humano, demasiadamente humano*, com o perdão do trocadilho, de um grande filósofo. 
O autor, Irvin D. Yalom, reuniu essas grandes mentes em uma história ficcional mesclada com a realidade.
Por tambem ser psiquiatra, o autor imprime um tom de veracidade ao apresentar problemas que poderiam ser enfrentados por qualquer um de nós o que nos faz refletir sobre questões da nossa própria vida.
Um livro que vale (quase) por uma consulta médica

Como dito acima, pra ser melhor absorvido, o livro deve passar por uma boa releitura. Um prato cheio para estudantes de psicologia, mas também para o leitor interessado em uma história muito bem contada, recheado de pérolas filosóficas como essa:






Por fim, escolhi uma leitura mais leve para descansar a mente.

Nessa quarentena, a Amazon tem feito a festa de nós leitores com muitos títulos gratuitos para leitura no Kindle.
Entre os (muitos) que baixei, está esse:

O Bracelete Misterioso de Arthur Pepper





O livro começa de forma melancólica contando a vida de Arthur, um senhor de 69 anos que fica viuvo após 40 anos de casamento.
Depois de um ano de luto, ele arregaça as mangas e decide mexer nos pertences de sua esposa.
No meio de roupas e fotos, ele encontra um bracelete cheio de belos pingentes.
Intrigado, por nunca tê-lo visto com sua mulher ele passa a ficar curioso com o artefato e é ao ver uma belíssima esmeralda incrustada em um elefante que ele vai buscar saber mais sobre a joia e uma vida que ele não sabia que sua falecida Miriam viveu.

Ele vai descobrir uma vida anterior de sua esposa que sequer imaginava que ela pudesse ter vivido.

O quanto será que a gente conhece do outro? Ou melhorando a pergunta: o quanto nós permitimos que o outro conheça da gente?




Ás vezes, uma experiência não tão boa faz ver o mundo com outros olhos. Foi isso que fez o personagem chacoalhar sua vida infeliz. De Paris até a India, Arthur conheceu mais de sua esposa e ainda teve a chance de  sair do lugar comum e conhecer novas pessoas e lugares.
No fim, fica a mensagem de que nunca é tarde para nos aventurarmos.




Esse é o livro de estreia da autora inglesa Phaedra Patrick. Procurei mais a respeito dela e vi que somente esse livro foi traduzido no Brasil.
Uma estória gostosa, que li super rapido e posso dizer que mais uma capa bonita me entreteu  por horas. Um bom passatempo. Espero que a editora "Fábrica 231" traga outros  livros dessa escritora.

Parando aqui para pensar, parece que todos os livros lidos esse mês tiveram essa carga psicologica de uma forma ou de outra.
E foi tudo sem querer ou procurar temas similares. Coincidências da vida. Ou melhor, coincidências literárias.

Maio, um mês de boas leituras. Estou pronta para as de Junho e você?

Até a próxima
Lu

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* Humano, demasiadamente humano é o título de um livro de Friedrich Nietzsche







domingo, 31 de maio de 2020

5 anos de Língua e Literatura

Olá leitores.
Estamos muito felizes pois nesse mês de maio nosso blog fez 5 anos de vida, o que começou sendo uma plataforma tecnológica para uma professora se comunicar com seus alunos virou um lugar de idéias, informações e criatividade.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: Passos escuros - por Leila Jacob

Caro leitor.
Minha formação como leitora teve grandes influências com o tema dessa semana, adoro uma boa história de fantasia.
Minha mente vai longe imaginando aqueles elementos fantásticos na história, agradeço então a todos escritores que escreveram histórias fantásticas na minha geração.
Vamos então ao texto da semana.


Passos escuros

A rua estava escura, a iluminação pública era fraca. Eu estava com a certeza que iria me arrepender de dar ouvidos a Astrid, vir tão longe para confirmar algo que nem era verdade. Mas era melhor mostrar a ela que isso não era real e depois ela teria que lidar com a loucura de sua mente sozinha.
Astrid percebendo que eu havia parado, me puxou para perto da casa.

- Ei! Temos que fazer isso rápido antes que eles voltem!

- Mano, sério que você quer invadir uma casa? Eu não sei se entro na sua ou te mando pro sanatório.

- Michael com ou sem você eu entro, eu quero saber o que aconteceu no meu passado e se você faz parte disso acho melhor ficar sabendo também.

Ela era persuasiva e no pouco tempo que havia ficado comigo me fez rodar a cidade para uma aventura, eu estava começando a gostar dessa garota.
Ela rodeou a casa e entrou no meio dos arbustos, tinha uma fenda no muro que passava facilmente um homem grande, no caso eu.

- Como você sabia dessa entrada?

- É eu sei de muitas coisas que você não precisa saber por agora.

O que me irritava era esse mistério, não sei até quando iria pra satisfazer o desejo de Astrid, é difícil encarar uma missão que você não quer.
Ela abriu a janela e entrou na casa, e eu morrendo de medo e pedindo pro mundo que ninguém pegasse a gente lá dentro, me meter com polícia de novo, iria dar uma grande merda.

- Não precisa fazer xixi nas calças, é lá em cima que eles guardam os documentos, o caderno deve estar lá, vamos rápido.

-Quem disse que eu estou com medo, hein?

- Uhum...

Astrid subiu as escadas com uma rapidez absurda e abriu a porta de um escritório que era amplo e tinha objetos de madeira por todo canto.
Com pressa ela abria gavetas e caixas e colocava tudo de volta no lugar, e eu só conseguia olhar para a cabeça de alce que estava pregada na parede do escritório.

- Uau...para um cara grandão como você eu não sabia que era tão medroso e certinho. 

Os comentários de Astrid já estavam me incomodando, mas os olhos do alce estavam me encarando e eu não conseguia parar de olhá-los. Com muito esforço desviei o olhar para o chão e vi uma luz cintilar através do piso de madeira.

- Garota acho que você vai querer ver isso.

Ela veio até mim e viu a fenda da madeira brilhando. Tirou um estilete da bolsa e empurrou a tábua do piso para cima.
Eu quase não conseguia acreditar no que via. O tão procurado caderno estava ali debaixo do piso. Ele brilhava. Era algo estranho que eu nunca tinha visto.

- Bendito! - exclamou ela toda animada - agora podemos ir embora.

Puxou o caderno e se levantou para a saída. De repente um forte vento fecha a porta do escritório e começa a levar os papéis que estavam na mesa para o teto, a casa treme como num terremoto, eu sinto meu corpo suar frio, era algo sobrenatural.

Com os olhos arregalados procuro pelo rosto de Astrid que parecia não ter medo do que via.

- Fique calmo, precisamos ir embora imediatamente! - gritou puxando meu braço para a direção da porta.

Quando ela girou a maçaneta escutamos uma voz estrondosa.

- Vocês não vão a lugar nenhum!

Quando olhei para trás para ver de quem era a voz, vi a cabeça do alce dando uma grande gargalhada.

Passos escuros é uma história que já comecei a postar no wattpad mas nunca prossegui, tenho um carinho especial por esses personagens, quem sabe um dia conto a história de Astrid e Michael para vocês, até semana que vem.

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segunda-feira, 18 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: O Cão - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Vamos a mais um desafio de escrita criativa?
Esta semana o tema é bem legal, eu, particularmente, adoro. A ideia é a de usar elementos de fantasia no texto. Na verdade, esse desafio me veio bem a calhar, pois meu próximo projeto de escrita está relacionado com as narrativas fantásticas brasileiras, mas não vou dizer mais para deixá-los na expectativa, por enquanto vamos com o texto desafio da semana. A crônica a seguir vai ser considerada por vocês, um texto fantástico, mas saibam, é totalmente baseada em fatos reais.

Papel de parede : noite, estrada, tarde, cachorro, fique, Cães ...



O cão

 Era sexta-feria à noite, fim de uma semana e tanto. Nossos grandes amigos haviam se mudado para um outro estado e deixado o sítio para trás. Ficamos combinados de morarmos em sua casa e cuidarmos dela como sendo nossa. Toda mudança traz um desgaste físico e mental enorme. Eu e meu marido estávamos exaustos, pois fizemos toda a mudança na unha, sem caminhão, atravessando a cidade por diversas viagens de carro. 
Esta era a última delas. 
No carro trazíamos apenas nossas últimas plantas, seiva de vida verde que tanto nos são caras. Bom, isso não quer dizer que não gostemos de nossos animais, ao contrário, o amor que temos por nossos gatos e cachorros é tão grande quanto o que temos por nossas plantas. Seja verde ou vermelho, o sangue pulsante de amor é força vital em nossa família. Acredito que nossas pimenteiras, por muitas vezes, deram suas vidas para protegerem a nós. Por quantas vezes nossa gata mais velha não deitou-se, de muito bom grado, sobre um joelho dolorido ou um coração partido dando-nos cura ou revitalizando uma energia consumida? E por quantas vezes, com aquele olhar doce de chocolate, nossa cachorra não se deitou sobre nossos pés mostrando-nos de que nunca estaríamos sós? 
Cachorros são protetores por instinto, disso todos nós sabemos.
Com a casa, ganhamos a companhia do Barão, um pastor de Malinois enorme, com olhar atravessado de desconfiança, rosnava com as pupilas, sem soltar um único latido, duro e teimoso como um lobo indomesticável. Ao chegarmos, o cão estava tristonho, pensávamos que o perderíamos, de tanta infelicidade que havia em seu coração pela falta dos donos anteriores, mas quando trouxemos a Cacau, ele se reanimou. Cacau tornou-se a mentora da fera e mais uma vez ela mostrava que a companhia era sua melhor qualidade.
Naquela noite fria de junho, a neblina estava baixa, úmida e congelante. As ruas desertas e as poucas portas das raras casas pela estrada de terra fechadas. Conversávamos sobre nosso cansaço observando a escuridão da noite sem lua e concluindo que o fim de um ciclo antigo estava dando-se naquele momento. O carro cheirava a mato, a estrada cheirava a pó úmido. Eram novos cheiros aos quais teríamos que nos adaptar: cheiro de mato, cheiro de escuridão, cheiro de neblina, cheiro de um novo caminho. Entre as palavras de observação, carregávamos palavras de reza em nossos corações, pedido que o orixá do caminho, o cão protetor de todas as ruas, abençoasse esse nova jornada que estávamos tomando.
Passávamos pela última pequena colina antes de descermos a rua do sítio, mal enxergávamos a estrada graças a forte névoa que dançava com as luzes do farol do carro. 
Do terreno acima do nosso, um antes de chegarmos, vimos a Cacau descendo pelo mato, saltitante e alegre como sempre, vindo nos recepcionar.
-Olha lá, amor, a Cacau já está super adaptada, vem descendo para nos receber.
-Owwnn, que linda a Cacau. Mas ela é fogo, né, adora uma rua!
E ao dizer a última palavra, percebemos que não era a Cacau, era um cão mais escuro, na verdade, bem mais escuro.
-É o Barão!
Quando chegou à margem da rua, o cão cor de neblina olhou para o carro e seus olhos refletiram a luz vermelha de seiva de sangue. Ele continuou descendo lentamente em direção à rua, e cada passada que dava o animal se fundia com a neblina. Aumentei o farol para distinguí-lo, e foi aí que, bem na  nossa frente, ele desapareceu, virou névoa. Passei com o carro bem por onde o cão não estava mais.
Não falamos nada um para outro. 
Entramos no sítio. A Cacau dormia pesadamente na varanda ao lado do Barão. E só após esta constatação, meu marido me perguntou:
- Você viu o mesmo que eu, ou estou ficando louco?
E eu o respondi:
- Ogun nos abençoou, querido!

Gostaram? Aguardem meu próximo livro, pois tem muito mais ficção real de onde veio essa!
Bjks e Boas Leituras!


terça-feira, 12 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa: Tudo isso passará - por Leila Jacob

Caro leitor.
Escrever algo sobre uma citação que gosto é bem difícil já que gosto de varias citações.
Nesse tempo de pandemia onde tenho refletido muito há frases, músicas e pensamentos que andam me cercando. Vamos então ao o que interessa:



Tudo isso passará

Estamos sujeitos a tudo que vier, o destino é imprevisível e surpreendente seja para o bem ou mal. Pode ser que eu não viva até a velhice, não tenha filhos ou não case.
Pode ser que eu passe dos 100 anos vejam bisnetos e coma comidinhas leves de idosa.
Deus do céu, estou no meio de uma era onde as pessoas estão sendo dizimadas e não tem nem para onde ir, de repente "calma tudo vai passar".
Apesar dos pensamentos doidos, no momento tenho necessidade de viver intensamente, deixar pra trás uma vida moldada pra encarar a situação que está na minha frente.

Penso então nas minhas roupas de sair, sim eu tenho roupas de sair e de ficar em casa, nesse momento uso qualquer uma sem colocar rótulos nelas. Existia pela penteadeira diversos cremes e produtos caros e até baratos que eu não tinha tempo de usar, descobri que, com tempo de sobra que eu tenho, que eles acabam em dois meses. Calma tudo vai passar.

Comecei a limitar o uso de redes sociais para que noticias não influenciem minha nova vida intensa, quero mesmo é assistir uns filmes clássicos e ler um Harry Potter que eu nunca havia lido, acho que é bem intenso já que a J.K. ficou multimilionária com ele.
No começo eu comecei a comer muito doce e guloseimas, mas pra surpresa da minha nova rotina o forno elétrico falece e lá vou eu viver com o básico da confeitaria gelada, pensaram que eu ia comer alface, né? Sim ele também está na minha dieta.

A minha mente está a mil com muitas coisas pra fazer, criar e pensar, claro, é uma nova vida intensa.
Você pode até pensar que eu seja uma pessoa egocêntrica e chata por ter tais pensamentos em uma era tão judiada. Mas tudo vai passar, até esse turbilhão de ideias intensas vai passar, como eu sei disso?
Eu estava sentada no meu quintal e pensando em tudo que eu disse agora e de repente me veio a letra de uma música do Palavrantiga:

"Seguro vou em Tuas mãos, sei que tudo isso passará. Em Tua graça eu vou, Tens esperança em mim, quem me sustenta é Tua palavra."

No fim existe algo que me leva para um ambiente de sossego, a fé, com ela eu sei que tudo passará.

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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Entrevista com o poeta trainee Pabulus Lentulus - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Esta semana venho apresentar a vocês um escritor fascinante: Pabulus Lentulus.
O Pabulus lançou seu primeiro livro no começo deste ano, e suas poesias são objetivas e profundas, cheias de imagens e técnicas. Mas quero, antes que vocês o conheçam para depois se debruçar sobre sua obra mais recente.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Desafio de escrita: "Tudo o que sei é que nada sei" - por Fabi Sanchez

Olá, caros leitores!!!

O desafio de escrita desta semana é inspirador! Sim, para cumpri-lo precisaremos tomar da fonte de algum pensador que tenha escrito alguma grande máxima para a partir daí, podermos elaborar o nosso texto da semana. 
Bom, eu vou em Sócrates, pois ele me acompanha com essa máxima, e você? Boa leitura.

Só sei que nada sei | Frases construtivas, Frases interessantes ...

domingo, 3 de maio de 2020

Desafio de escrita criativa - O Especial - por Leila Jacob

Caro leitor.
O tema da semana me pegou de jeito, Uma pessoa especial para você, parece que o desafio é maior do que eu pensava até conspira com a vida da gente, olha que danado.
Confesso que enrolei e já era para esse post está no ar, agora sem mais enrolação vocês irão ler.


sexta-feira, 1 de maio de 2020

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Desafio de escrita "1,2,3 " - por Fabi Sanchez

Olá, pessoal!!

Hoje o desafio de escrita não está relacionado com o gênero ou tipologia textual, mas sim com o tema. A proposta de escrita é escrever sobre alguém importante para nós.
Bom, eu não vou escrever sobre uma pessoa não, imaginem...



sexta-feira, 24 de abril de 2020

Desafio de escrita criativa - O sonho crônico - por Leila Jacob

Caro leitor,
O desafio da semana claramente me deixou curiosa, escrever uma crônica, você já tentaram escrever uma crônica? Sendo que todos os dias vivemos fatos que dá pra encher paginas de livros e publica-las como boas crônicas.
Bem espero que vocês curtam a minha crônica.

É por este motivo que sonha mais ou menos vezes

O sonho crônico

Gosto de fazer com maestria algo que me proponho a fazer, e desde que o projeto de escrita começou aqui no blog fico toda semana com os miolos queimando de pesquisar sobre o assunto da semana, mas essa semana foi diferente, o tema é crônica, então lá fui eu fazer a pesquisa básica para cumprir meu dever semanal de trazer textos criativos.
Li comédias da vida privada e outros livros que tenho no meu acervo, assisti videozinhos curtos com explicações e li textos na internet. Mergulhei de cabeça como nunca tinha feito antes, pois estou em casa sem o que fazer então vamos estudar com força.
 
Numa dessas noites fui dormir cedo, cansaço bateu forte e logo estava deitada, na minha mente só vinha uma palavra "CRÔNICA". Dizem que se pensar muito em algo antes de dormir se sonha com o assunto em questão.

Pois bem lá estava eu em um lugar que parecia um super mercado e ao mesmo tempo biblioteca, sonho né o que vocês esperavam?
 Até que um rapaz chega perto de mim afoito e animado, me segura pelo braço me puxando pelo corredor.

- Leila!!! Você ainda tá aqui! O evento já vai começar, você precisa apresentar suas crônicas, a Fabiana já está lá te esperando com as crônicas dela, corre, o publico te espera!!!

Já fiquei doida dentro do sonho, como apresentar algo que só iria postar na sexta-feira? Como assim a Fabiana e eu em um evento se apresentado? Fabiana por que você não me contou sobre um evento? Crônicas no plural, eu nunca tinha escrito uma se quer, Que público era esse? Por que esse corredor não acaba nunca ? Corredor de longa duração, antes de me apresentar para o grande público?

Fiquei tão aflita na viagem astral longa que na mesma da hora eu acordei assustada, ufa, era só um sonho, vê se pode uma coisa dessas eu num evento falando sobre CRÔNICA, realmente não se pode pensar muito antes de dormir.

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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Desafio de escrita "Escreva uma crônica": Vitória da batata-doce - por Fabi Sanchez

Olá, povo que lê!!!

Esse post é sobre crônica, pois o desafio da semana é: escreva uma crônica.
Eu, particularmente, adoro crônicas, tanto lê-las quanto escrevê-las.
Mas afinal, o que são crônicas? Crônicas são textos narrativos curtos, assim como os contos, só que os contos tem um teor ficcional, enquanto as crônicas são baseadas em um fato real. Geralmente a  crônica pende ou para a crítica ou para o humor, ou, os fortes, conseguem escrever de forma humoristicamente crítica, e daí eu tiro meu chapéu. Uns nomes que queria destacar aqui como cronistas de coração são Martha Medeiros e João Ubaldo Ribeiro, super vale a pena ler, inclusive, teve um post que escrevi faz tempo aqui sobre João Ubaldo quando completou um ano de sua morte, se você não o conhece, passe por lá e dê uma espiada.
Vou tentar escrever qualquer coisinha por aqui, vamos ver o que sai.

Batata-doce é PANC


terça-feira, 21 de abril de 2020

A capital do Brasil tem muito o que contar! - por Cristiane Oliveira

Olá, caros e queridos leitores.
Nossa leitura de hoje será breve, porém, prestará uma grande homenagem à nossa capital nacional. 
Hoje é aniversário de Brasília.
Em 21 de Abril de 1960, nascia a mais nova capital do Brasil.

domingo, 19 de abril de 2020

Desafio de escrita criativa- Querida eu - por Leila Jacob

Caro leitor,
É raro hoje em dia se ver pessoas se correspondendo por cartas, mas que é uma atividade legal e prazerosa acredite ela é. Em tempos de quarentena a internet tem sido um meio de comunicação muito bom, mas sentimos falta do toque, escreva uma carta para quem você preza.
Mas levando para um lado mais ficcional, se você pudesse escrever uma carta para seu eu do passado o que falaria?
Vamos então para minha cartinha.


São Paulo, 19 de Abril de 2020.
Querida Leila 16, não quero saber se está tudo bem, pois se está havendo algum problema saiba que ele vai passar.
Acontece que quero lhe falar para aproveitar a vida com mais intensidade, pois sentirá falta dos bons momentos dessa época. Lembra daquela jovem senhora que disse ontem que com o passar dos anos os problemas só pioram? Ela tem razão, você ficou braba com essa senhora, mas não fique, não há nada impossível que com muito esforço você não consiga resolver.
Amigos, você fará outros e esses do seu momento agora só lhe restará uma, e não vai ser um grude.
Continue cozinhando muito pois isso vai acrescentar muito em sua vida.
Leia todos os livros que puder e visite todas as bibliotecas que conseguir, você terá um hiato horrível depois do ensino médio.
Pessoas que dizem que te amam também irão te fazer sofrer, quando isso acontecer você saberá se é algo que pode perdoar ou deixar a pessoa ir embora.
Você não é puxa saco de ninguém...e nunca será pelo visto, não tenha medo de mandar os inconvenientes catar coquinho.
Use mais batons coloridos e use perfume forte até pra dormir.
Por favor coma menos carboidratos, as saias não estão entrando.
Spoiler de 2020... vírus... álcool em gel... quarentena. Não adianta se prevenir, só continue a viver.
Talvez isso cause um efeito borboleta... talvez cause mas para evitar não mude nada, jogue essa carta na fogueira, e se faz de doida com o destino.
A vida é cheia de surpresas más e boas.
Foca em você. 
Viva intensamente.
Com carinho, Leila 23.

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sexta-feira, 17 de abril de 2020

Desafio de escrita criativa "escreva uma carta" - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Continuamos todos guardadinhos, não é mesmo?
E como fazemos em isolamento? Bom, esse sofrimento todo com o isolamento é um desespero atual, pois há um século atrás, os centros urbanos eram bem menores, poucos tinham telefone e o meio de maior e melhor comunicação eram as cartas. Então, homenageando este gênero de escrita tão utilizado nas comunicações anteriores e tão em desuso atualmente, lançamos o desafio "escreva uma carta".
A carta segue uma determinada estrutura mais ou menos rígida, onde precisa haver, nesta ordem: local e data de escrita; saudação, conteúdo da carta; saudação de despedida e assinatura. Outra coisa que as pessoas não sabem mais é como preencher um envelope: o remetente é o que envia, o que remete,  e escreve-se na parte de trás do envelope, ou seja, onde se encontra a aba do envelope e o destinatário é aquele que recebe a carta, ou aquele ao qual damos destino à carta, e seu nome e endereço escrevemos na parte da frente do envelope, ou seja, na parte lisa, onde também irá o selo.
Aqui no blog eu já havia escrito sobre cartas no texto Epístola, cartas, correspondências e até mesmo já produzido uma carta no texto Carta de Natal.
Espero que gostem do texto que segue:

5 razões para (re)começar a escrever cartas

quinta-feira, 16 de abril de 2020

A literatura que fala- por Cristiane Oliveira


Hoje é dia de falar de algo que nos torna comunicadores completos e dinâmicos.

É aquela coisa que pode ser agradável em uns, desagradável em outros. 
Pode mudar com o tempo, dependendo de muitas variáveis e, além de ser marca registrada de muita gente famosa, é o ganha-pão de muitos.
Você sabe que dia é hoje?

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Pura poesia nacional - por Cristiane Oliveira

Olá, meus queridos!
Um dia tão lindo como esse não poderia passar batido!
Dia 13 de Abril: dia do hino nacional brasileiro. 

sábado, 11 de abril de 2020

Plumas - por Cristiane Oliveira

Olá, queridos leitores!
Sabem que dia é hoje?
Dia das sobras do ovo de Páscoa? Nãããão! Dia da cabeça do bacalhau? Também nãããão!

terça-feira, 7 de abril de 2020

Jornalismo literário ou literatura jornalística? - por Cristiane Oliveira

Pessoal, tudo bem?
Dia 07 de Abril, comemora-se o dia do jornalista. 
E o que ajuda a formar um bom jornalista, além de muito estudo, pesquisa e dedicação? 
A leitura, claro!

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Desafio literário "escreva uma poesia" - por Fabi Sanchez

Olá povo que lê!
E aí, como estão nesta terceira semana de resguardo? Todos saudáveis e guardadinhos?
Gente, pra não adoecer, é importantíssimos ficarmos com a imunidade bem alta e vocês sabem como fazer isso? Bom, além de se alimentar de forma saudável e fazer algumas atividades físicas, é extremamente importante ser feliz!!! E sabem o que me deixa feliz? Ritmo! Adoro! Pode ser musicalizado ou em versos poéticos. Compassos e jogos silábicos me ajudam a me manter centrada, conectada, são a ponte entre o objetivo e o subjetivo. Não sei se é assim com vocês também, mas pra mim é. Por isso, fiquei extremamente feliz ao ver que o desafio de escrita da semana é o texto poético.
Sabe, me parece que o texto poético é meio que cercado pelo esteriótipo do tema romantico. Tudo bem que Byron e Castro Alves tem grande mérito para isso, mas gente, vamos lá, depois do Romantismo Já tivemos o Simbolismo, Futurismo, concretismo... já passou da hora de apenas falarmos de amorzinho nos textos em prosa, não é verdade? Enfim, o texto que vou preparar aqui pra vocês hoje, é um antiamorzinho, espero que gostem.
Além disso, aproveitei que o tema era poesia por aqui e também me inscrevi no concurso poético "Vai sem pensar" elaborado pela minha querida amiga engenheira e poetisa Mary ( você pode encontrá-la no instagran @poesiasporvoce ) lá no grupo do @poéticoconceito também do instagran. Mesmo se eu não ganhar o chocolate, vale a pena estar junto com esse grupo de poetas divertidíssimos.
Então chega de blábláblá e vamos ao poema.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Desafio de escrita: Lar doce lar - por Leila Jacob

Caro leitor,
Confesso que não sou uma grande fã de poesia, mas leio. Na minha estante se encontra Vinícius de Moraes, Carlos D. De Andrade, Lygia Fagundes Telles, Florbela Espanca e essa gente legal em peso.
Mas leio de vez em quando, nada muito rotineiro. Estava conversando com a Fabi e ela disse que queria inovar e não falar de amor, já percebeu quantas poesias de amor existem por aí?
Amor não falarei, mas achoque vocês acharão bem diferente a poesia que está por vir, aliás bem do momento rsrs.


Lar doce lar

Vai pra casa descansar
O dia está ensolarado
Mas não é tempo de visitar
Fica em casa e descanse

Aproveite o seu tempo
Quem sabe escrever um poema
Para poder compartilhar 
Ou fazer coisas novas
Veja likes cintilantes

Passa álcool e sabão
Com esse vírus todo solto
Ele pode te pegar
Mas não dê brecha pra ele

Todos juntos nessa luta
Para essa fase ruim acabar
Ainda vamos sair para fora
Só não dê brecha ao malvado
Para ele se esmorecer.


Cora Coralina chora ao ler isso, mas cada um com seu dom rsrs.
Deixe seu comentário e vamos papear.
Até semana que vem!




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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Dia internacional do livro infantil - por Cristiane Oliveira

Olá, pessoas queridas!
Hoje é o dia internacional do livro infantil!
E os livros infantis também têm seus clássicos!
Muitos escritores brasileiros dedicaram suas vidas à literatura infantil e outros, consagrados por seus escritos para adultos, também têm obras incríveis neste nicho tão importante.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Leituras de Março de 2020 - Lu rabello



Março de 2020. Que mês, minha gente!

Bem, se você não habita o Planeta Terra, não imagina o caos que se instalou por aqui. Uma epidemia iniciada na China e de grandes proporções fez o mundo parar. Todo mundo em casa. Sem poder sair (a não ser para ir buscar comida ou remédios) pois o risco de contágio pelo tal vírus chamado “Corona Vírus” é enorme. Muitos idosos, que são a faixa de risco, morrendo por conta do tal vírus chinês, escolas e empresas fechadas até tudo isso acabar. Ufa, já que te coloquei a par do ocorrido no nosso querido planeta, vou te contar algo mais legal no meio disso tudo.
Já que devemos ficar em casa, vamos aproveitar para que? Pra dormir? Siiiiim. Pra comer? Com certeza! E esse sendo um blog de leitura, a gente aproveita para colocar em dia, toda a leitura atrasada. Sem desculpas, hein?!

Mês passado fizemos a Maratona de Carnaval do Café Literário – veja o post Aqui

E já que esse mês estamos confinados, fomos “obrigados” a fazer outra maratona. Uma bela desculpa para ler mais e mais.