sexta-feira, 17 de abril de 2020

Desafio de escrita criativa "escreva uma carta" - por Fabi Sanchez

Olá, queridos leitores!

Continuamos todos guardadinhos, não é mesmo?
E como fazemos em isolamento? Bom, esse sofrimento todo com o isolamento é um desespero atual, pois há um século atrás, os centros urbanos eram bem menores, poucos tinham telefone e o meio de maior e melhor comunicação eram as cartas. Então, homenageando este gênero de escrita tão utilizado nas comunicações anteriores e tão em desuso atualmente, lançamos o desafio "escreva uma carta".
A carta segue uma determinada estrutura mais ou menos rígida, onde precisa haver, nesta ordem: local e data de escrita; saudação, conteúdo da carta; saudação de despedida e assinatura. Outra coisa que as pessoas não sabem mais é como preencher um envelope: o remetente é o que envia, o que remete,  e escreve-se na parte de trás do envelope, ou seja, onde se encontra a aba do envelope e o destinatário é aquele que recebe a carta, ou aquele ao qual damos destino à carta, e seu nome e endereço escrevemos na parte da frente do envelope, ou seja, na parte lisa, onde também irá o selo.
Aqui no blog eu já havia escrito sobre cartas no texto Epístola, cartas, correspondências e até mesmo já produzido uma carta no texto Carta de Natal.
Espero que gostem do texto que segue:

5 razões para (re)começar a escrever cartas

Em Mundo, aos seis dias de abril de dois mil e vinte escreveu-se:

Queridos todos, querida eu
Como temos passado?
Nada bem, já é sabido. Perguntei por educação. Perguntei apenas para tentar começar as coisas por um caminho sem tensão, mesmo sabendo da dificuldade de nos mantermos calmos. O ser-humano é um bichinho bem bélico, ardido e inconveniente. Instintivamente predador, e tanto que preda a si próprio, não para fazer predominar o gene mais forte, mas apenas para mostrar sua força de destruição.
Pois é, e nós? Já estamos bem em frangalhos? Com a alma bastante esquartejada? Já sangramos o suficiente?
Se sim, estou escrevendo só pra dizer que ouvi falar que a cura pra esse mal aí é a interiorização e o amor a sim mesmo, do seu âmago, sabe? Você ama suas entranhas? Ah, vá lá, você ainda nem as conhece?! Sei que ela muda todos os dias, é meu caro, nada é previsível, só conseguimos prever o que Drummond já via: pedras no caminho e pra que tanta perna, meu Deus?
Somos muitos, somos tudo, somos nada.
Espero que tenha ficado mais animadinho após ter recebido esta minha, se não, tudo bem, a intensão não era esta mesmo!

Forte abraço de sua sempre, Eu!

Quer escrever pra mim? Deixe um quero aí nos comentários para trocarmos correspondências.
Bjks e Boas Leituras!
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